Diário de Viagem

No dia 18 de Abril, o dia começou mais cedo. Como iniciei em outro post, chegamos na Móbile por volta de 6:30h da manhã para nos organizarmos em nossos respectivos grupos e então partimos para o primeiro ponto que iríamos conhecer: A comunidade de São Mateus. Foram quase duas horas de transporte público para que chegássemos até lá, e passamos a manhã inteira pela área. O almoço foi em um restaurante chamado Rinconcito Peruano. Após almoçarmos, fomos para o Beco do Batman, na Vila Madalena para que seguíssemos com nossa proposta. Depois de tudo isto, paramos em frente à Praça Roosevelt para uma atividade de meditação (?) em  meio ao caos da cidade. Seguimos finalmente para o Novotel de São Paulo para que jantássemos e se preparássemos para as atividades noturnas na Roosevelt, que consistiam em Parkour, Hip Hop/Break Dance e Graffiti com Estêncis. Encerradas as atividades da noite, voltamos para o hotel e dormimos.

No segundo dia, 19, iniciamos o dia, após o café da manhã, conhecendo uma ocupação no Centro da cidade por dentro, vendo toda sua estrutura e modo de funcionamento. Quando estávamos saindo da ocupação, nosso professor de Estudos Literários sugeriu que realizássemos uma atividade baseada no livro que tivemos que ler no primeiro bimestre, Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago. A atividade consistia em colocar vendas em alguns alunos para que os outros fossem os guiando pela cidade. Mediante o fim dessa atividade, fomos andando até o bairro do Bixiga, onde vimos a casa da Dona Yayá e a casa do Mestre Ananias (que já havia sido citada por minha parte em outro post). Após esses dois pontos, fomos almoçar no Rancho Nordestino, lugar que serve pratos típicos do Nordeste brasileiro. Depois do almoço seria o momento de encontrar o Bixiga 70, porém isso não ocorreu. Ao invés, fomos até a rua Augusta para presenciar uma manifestação de um grupo que indagava questões sobre como a água estava sendo aproveitada na região perto do Parque Augusta, que está sofrendo com problemas hídricos. Por fim, fomos até o Centro de Referência da Diversidade, lugar de apoio e suporte à comunidade LGBTQ+. Fomos para o hotel para comer e se prepararmos para o sarau que iria ocorrer na Matilha Cultural, como forma de encerrar a última noite do último estudo de meio da Móbile. Voltamos para o hotel, arrumamos parte de nossas malas e dormimos.

Terceiro e último dia. Após o café da manhã, todo o ano foi até o bairro do Belenzinho, para que víssemos a peça Histeria, que foi muito marcante para grande parte da série. Foi então proposta a última atividade que iríamos realizar: uma intervenção de qualquer tipo que fosse em algum espaço da cidade. O grupo em que estava resolveu fazer pequenos cartazes e panfletos com frases e desenhos positivos e entregá-los para pessoas que estivessem passando pela avenida Paulista. Comemos em um lugar com várias barracas de diferentes tipos de comida do lado da avenida e então fomos realizar a atividade. Depois de entregar o último panfleto, fomos nos dirigindo sentido ao Parque Ibirapuera, onde seria feita a conclusão de todos esses dias. Chegando lá, primeiro nos reunimos com o grupo do roteiro e, após isso, entramos no Museu de Arte Contemporânea para realizar uma conversa final com o ano inteiro sobre considerações do projeto e também para mostrar vídeos das intervenções de cada grupo. Após essa conversa, voltamos à pé para a Móbile por dentro do parque, e assim se encerrou esses 3 dias em que nós vivenciamos coisas que nunca iríamos ter vivenciado se ficássemos na mesma rotina de sempre.

 

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