Para 2019

É impossível dizer que nós, enquanto grupo, trabalharíamos da mesma forma se pudessemos recomeçar tudo – mesmo que estejamos muito orgulhosos do que produzimos – simplesmente porque o processo nos ensinou muito. Enfrentamos dificuldades, uma variação bem ampla de notas, imprevistos, prazos… Disso, surgiram incontáveis aprendizados. E para os grupos de 2019, gostaríamos de expor o seguinte:

 

  • 1 – Escolham um tema que o grupo todo se interessa!

É difícil ter dimensão disso logo no começo do trabalho mas sim, ele dura o ano todo. Isso significa um ano inteiro ao lado das mesmas pessoas trabalhando em cima de um mesmo tema. É claro que os temas não são necessariamente fixos (o nosso, por exemplo, mudou no terceiro bimestre), mas é muito difícil mudar o trabalho para um tema muito distante da proposta inicial. Por isso, escolham o interessante acima do simples. Assim, o grupo poderá passar o ano todo aprendendo sobre algo intrigante ao invés de morrer de tédio em pesquisas sobre algo que simplesmente não os interessa.

 

  • 2 – Prestem atenção nos prazos!

Não deixem nada para última hora! Cuidado, os prazos enganam (“ah, mas a gente ainda tem um mês pra fazer isso”, entre outras falas inocentes, foram bem comuns). O tempo é curto e o trabalho é grande. Portanto, se organizem: façam um cronograma reverso, por exemplo. A gente, enquanto um grupo que sofreu com isso, promete que o trabalho de segui-lo é menor que o trabalho acumulado no último dia sem organização. Peguem as informações assim que elas forem passadas, se juntem e programem o bimestre, para ficar com a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo. Vale a pena.

 

  • 3 – Equilibrem as funções!

Nós somos um grupo que, particularmente, não é muito fã de manter o blog. Alguns outros grupos não gostam muito de fazer os vídeos necessários. Faz parte: o projeto é composto de diversas avaliações e, querendo ou não, é a nossa função fazê-las direito. Por isso, avisamos para vocês não focarem só no que gostam de fazer. É evidente que não gostarão de tudo, mas tudo compõe o processo e deve ser feito, paciência. Alguns incentivos são: é uma ótima experiência de aprender a lidar com funções indesejadas (que inevitavelmente aparecerão em algum momento de nossas vidas) e conta para a nota de cinco matérias. Além disso, dentro do próprio grupo, é extremamente válido e recomendável que se dividam funções. Todo mundo fazendo tudo resulta em quatro pessoas cansadas que não conseguem dar o melhor de si em nada. Contem um com o outro para se ajudarem em tudo, mas se dividam por interesses e qualificações para que o trabalho fique mais leve e tenha até mesmo melhores resultados.

 

  • 4 – Utilizem os recursos que vocês têm!

Em 2018, pudemos aproveitar a ajuda do Estudio Crua e dos tutores. Um dos nossos maiores arrependimentos foi não ter falado mais com nosso tutor, o Fepa, que nos ajudou muito na segunda versão do minidoc, dando direcionamentos e dicas que levaram nosso trabalho para a mostra de minidocs – o que nos enche de muito orgulho. Usem essas ajudas! Elas são essenciais para um bom trabalho e incentivam um pensamento crítico sobre ele. Além disso, esses recursos aliviam um pouco do peso do trabalho, pois às vezes um grande problema pode ser resolvido de forma simples puramente pela presença de uma visão externa.

 

  • 5 – Não reclamem!

A quantidade de vezes que reclamamos desse projeto faz com que essa dica seja um tanto hipócrita, mas podemos nos explicar. Como dissemos no começo, quer você goste dele ou não, o projeto dura o ano todo. Ele dá muito trabalho? Sim. Ele nos causou estresse? Sim. Ele é uma experiência que poucos têm o privilégio de ter na escola, que desenvolve trabalho em grupo contínuo, confronto com a realidade e resolução de problemas? Também. Não olhe só para os defeitos do Móbile na Metrópole, senão ele ficará cada vez mais infernal. Olhe para os pontos positivos e, cada vez mais, você perceberá uma afeição com esse trabalho, uma vontade de fazer justiça a ele ao entregar o seu absoluto melhor. Pelo menos, foi o que aconteceu conosco. Então não passem o ano reclamando: tentem aproveitar o que o ano tem para oferecer de bom.

 

Diríamos que essas são as cinco principais lições que aprendemos que poderiam ajudar o grupo de 2019 a começar o ano bem. Mas agora, relendo, talvez elas se apliquem a mais do que o MNM.

Boa sorte, 2019!

 

 

 

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